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.. NOTÍCIAS SOBRE PRODUTOS PARA A SAÚDE

SETEMBRO de 2008


N E W S

Comunicado da ADN - Associação de Dietéticos Nacionais para a Comunicação Social de 01-04-2009

O SECTOR DA DIETÉTICA APÓS A OPERAÇÃO “DEPURALINA”

Passado que foi um ano sobre a suspensão do produto “Depuralina”, por parte da Direcção-Geral de Saúde, do aproveitamento mediático para atacar o sector da DIETÉTICA e após a confirmação de que o produto não era tóxico, verificamos que o mesmo continua a ser comercializado em Portugal, em Espanha e em vários países da Europa, sem qualquer tipo de restrições.

No entanto, o alarmismo provocado pelas autoridades competentes e a forma como o assunto foi conduzido, provocou danos difíceis de reparar, ao abalar profundamente a confiança dos consumidores!

Na realidade, quando questionados, os portugueses recordam-se da suspensão do referido produto mas, uma grande maioria, interroga-se sobre a revogação de tal decisão.

Naquele período, entre 01 e 24 de Abril de 2008, a ADN - Associação de Dietéticos Nacionais manifestou o profundo descontentamento do sector e realçou a forma leviana como o caso foi empolado pelo Ministro da Agricultura, Director-Geral de Saúde, Presidente do Infarmed, alguns médicos e nutricionistas, certos jornalistas e ocasionais especialistas em suplementos alimentares!

Lamentamos que a comunicação social que se apressou a denegrir a imagem do produto e paralelamente de todo o sector, não tenha dado o mesmo destaque ao levantamento da suspensão, que oportunamente ocorreu em Portugal e Espanha.

No entanto, e sem que estes factos despertem interesse jornalístico, quem se der ao trabalho de consultar o site do INFARMED, verifica que são, regularmente, retirados do mercado inúmeros medicamentos nocivos para a saúde, medicamentos esses anteriormente autorizados e registados por aquela autoridade, sem que fosse necessário instaurar alarmismo ou uma sensação de pânico no consumidor final.

Mais grave ainda é o facto de que, a autoridade que se preocupou tanto com os efeitos do produto Depuralina, com apenas dois casos comprovados de alergia grave em mais de meio milhão de embalagens consumidas, dados da DGS – Direcção-geral de Saúde, o Infarmed não alerte a população nem os doentes que tomam os medicamentos suspensos, alguns deles responsáveis por casos fatais.

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A comunicação social pode e deve estudar estes factos e esclarecer a população.

Não entendemos o porquê do seu silêncio, nem como podem ser descurados acontecimentos graves, em Portugal como em muitos outros países, onde o consumo de medicamentos com efeitos secundários perniciosos para a saúde contribui para inumeras fatalidades comprovadas!

Já agora, porque não se questionam os métodos de aprovação e de autorização de introdução no mercado (AIM) destes medicamentos?

Que confiança merecem as entidades que emitem estas licenças, FDA nos EUA e INFARMED em Portugal, quando mandam retirar do mercado medicamentos “assassinos” que os mesmos aprovaram? (O mesmo dizemos para as autoridades sanitárias de toda a Europa e resto do mundo)

O que dizer quando tomamos conhecimento que o anterior presidente do Infarmed está a servir a industria farmacêutica, através da associação do sector?

A dualidade de critérios que verificamos em Portugal contribuiu para que o sector mergulhasse numa profunda crise de confiança que, aliada à actual crise económica do país e do mundo, pressagia um futuro pouco auspicioso para o sector, ramo de actividade que envolve, actualmente, milhares de empregos directos e indirectos.

Contamos que o tratamento persecutório que, periodicamente, nos é dispensado seja definitivamente afastado e que a dietética seja encarada como um parceiro credível e gerador de riqueza para o país, como o são outros sectores, nomeadamente o dos medicamentos.

ADN


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"Estudo associa uso de paracetamol a maior risco de asma infantil"

Os investigadores sublinham que o paracetamol é ainda a melhor resposta para a febre de uma criança e que os resultados do estudo não alteram as actuais recomendações internacionai, ou seja, administrar paraceptamol apenas quando a tempretaura do bebé atinge os 38,5 graus.

Os resultados do estudo divulgado ontem na edição especial da The Lancet mostram apenas uma relação de associação e não de causalidade entre o paraceptamol e os casos de asma e também de um aumento da severidade dos sintomas. Trata-se de uma das fases do estudo epidemiológico de larga escala (ISAAC - Estudo Internacional da Asma e Alergias na Infância) que envolveu mais de 205 mil crianças com seis e sete anos de 31 países.

Os investigadores inquiriram os pais das crianças sobre o uso do analgésico durante os primeiro ano de vida do bebé e também durante os 12 meses anteriores ao inquérito. Resultados: o uso de paracetamol durante os primeiros doze meses de vida foi associado a um aumento de 46 por cento do risco de sofrer os sintomas de asma em crianças entre os seis e sete anos (em qualquer dos países). No caso do consumo nos 12 meses anteriores ao estudo (ou seja, crianças com seis e sete anos) o risco aumenta para os 61 por cento.

“O estudo constata factos, não os explica”, adverte Libério Ribeiro, pediatra e médico especialista em imunoalergologia, contactado pelo PÚBLICO, insistindo também que os pais devem continuar a optar pelo paracetamol (sobretudo nos casos de doenças como a asma).

Segundo adianta, cerca de 90 por cento dos casos de asma são hereditários e, por outro lado, o facto de um bebé tomar mais paracetamol pode apenas significar que teve mais febres, é mais susceptível a sofrer infecções e que, por isso, pode ter mais doenças alérgicas como a asma.

O médico reconhece a importância do ISAAC mas considera que este deve ser encarado como “um ponto de partida para estudos mais aprofundados”.

Os próprios investigadores responsáveis pelo estudo concordam e sublinham que, para declarar uma relação de causalidade, era necessário um ensaio clínico com grupos de controlo. No entanto, a equipa liderada por Richard Breasley, do Instituto de Investigação Médica da Nova Zelândia, admite que há diversos factores que podem influenciar o aparecimento da asma e outras doenças alérgicas. Mas, conclui, “um deles pode ser o uso do paracetamol. É uma importante hipótese que deve ser explorada”.

Em Portugal, a asma infantil regista uma taxa de incidência que ronda os 12 por cento.

Fonte: Jornal Público

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"COMUNICADO da ADN"

A Direcção da ADN - Associação de Dietéticos Nacionais, indignada com as recentes notícias e declarações de alguns técnicos de saúde, leigos no assunto, veiculadas em televisão e em alguma imprensa diária, sobre a desregulamentação do sector e a utilização de plantas medicinais, vem por este meio transmitir à comunicação social que repudia veementemente as informações e pareceres precipitados que, irresponsavelmente, foram passados para a população portuguesa, aquando das últimas notícias sobre os presumíveis efeitos nocivos do produto Depuralina.

Lembramos que os Suplementos Alimentares se encontram regulamentados por legislação nacional, transposta de Directivas Comunitárias e que a ADN pugna, junto dos seus associados, pelo cumprimento da legislação em vigor (Dec Lei 136/2003, entre outros).

É “público e notório” que a utilização tradicional milenar e milhares de estudos científicos produzidos comprovam que, quando utilizadas correctamente, as plantas medicinais são muito benéficas para a saúde, alimentação e suplementação dos seres humanos e animais e não apresentam efeitos secundários prejudiciais à saúde.

Quem negar esta afirmação ou não sabe o que diz ou defende interesses económicos contrários ao sector dos produtos naturais.

Para que fique bem claro, de uma vez por todas, a quase totalidade dos medicamentos elaborados com substâncias sintéticas, “copiadas ou clonadas” de plantas medicinais provocam, para além das propriedades terapêuticas benéficas que produzem, efeitos secundários prejudiciais aos organismos que os ingerem. Por isso mesmo devem ser receitados por um médico.

Uma simples consulta ao site do INFARMED permite verificar que, regularmente, são retirados do mercado inúmeros medicamentos com riscos para a saúde (em 2007; cerca de 20 medicamentos e já em 2008; 07),
Todos esses medicamentos foram previamente autorizados e registados por esta autoridade mas, apesar das ocorrências justificativas dessas retiradas, algumas fatais, nunca assistimos a tanta publicidade e alarmismo.

Segundo dados da OMS - Organização Mundial de Saúde o uso indiscriminado de medicamentos ocupa o primeiro lugar entre os agentes causadores de intoxicações. A percentagem de internamentos hospitalares provocados por RAM - Reacções Adversas a Medicamentos, ultrapassa os 10% das hospitalizações.

Pelo que foi veiculado na comunicação social e pelo que é dado observar na composição impressa na rotulagem do produto apreendido, nenhum dos componentes poderia ter causado qualquer dano na saúde dos consumidores afectados.

A ADN e os seus associados entendem que os recentes e mediáticos alertas emitidos pelas autoridades com tutela sobre a saúde, em nada contribuem para o correcto esclarecimento dos consumidores e do público em geral, mas sim, abrem caminho aos detractores deste sector.

Lamentamos por isso que alguma comunicação social, a DGS e a Autoridade do Medicamento tenham optado por uma estratégia mediática que, apesar de pressagiarmos o que habitualmente está por trás, vem destruir a reputação de várias empresas abalando, paralelamente, o prestígio de todo um sector, suspendendo e de seguida apreendendo um produto que, até prova concludente, apenas se presume que possa ter produzido efeitos secundários nocivos sobre a saúde de seres humanos.

JORGE MARTINS DE LIMA
Presidente da Direcção
adn.mail@sapo.pt
962042392


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“INFARMED retira nove antibióticos do mercado”

O INFARMED acaba de ordenar a retirada de todos os medicamentos comercializados em Portugal contendo as substâncias activas azitromicina e roxitromicina, fabricados pelo laboratório Kopran.

Os medicamentos são nove antibióticos e envolvem 29 lotes. "Os doentes que estejam a tomar os antibióticos incluídos nos lotes agora retirados devem consultar o seu médico assistente", alerta a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

A decisão do INFARMED surge na sequência da Agência Inglesa do Medicamento que, no seguimento de uma inspecção ao referido laboratório indiano, onde verificou o não cumprimento das boas práticas de fabrico relativas à produção de substâncias activas, procedeu à suspensão da importação, para o mercado inglês, de todos os medicamentos com substâncias activas com essa proveniência.

Todos estes medicamentos têm alternativas no mercado. Vai ser realizada a recolha de todos os lotes dos medicamentos em causa.

LISTA DE MEDICAMENTOS EM CAUSA:

- Azitromicina Farmoz 500 mg Comprimidos Revestidos

- Inferoxin

- Odonticina

- Azitromicina Azitrix 500 mg

- Azitrix

- Azitromicina Medicamed 500 mg Comprimidos Revestidos

- Azitromicina Medicamed

- Neofarmiz

- Azitromicina Baldacci


Fonte: Jornal SOL


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"INFARMED suspende AIM do medicamento lumiracoxib"

A Agência Europeia do Medicamento (EMEA) recomendou hoje a revogação da autorização de introdução no mercado (AIM) dos medicamentos que contêm a substância lumiracoxib, devido ao risco de reacções adversas hepáticas graves.

A decisão foi tomada no seguimento de uma reunião do Comité Científico de Medicamentos de Uso Humano (CHMP) da EMEA, realizada hoje em Londres, na qual foi concluída a revisão da informação de segurança sobre os efeitos indesejáveis hepáticos, em que se concluiu que os riscos associados aos medicamentos que contêm lumiracoxib são superiores aos benefícios.

O lumiracoxib está comercializado em Portugal sob a designação comercial Prexige, encontrando-se indicado para o alívio sintomático no tratamento da osteoartrose do joelho e anca.

O INFARMED, que está representado no CHPM, seguirá a recomendação da EMEA, tendo já decidido a revogação da AIM do referido medicamento.

Para mais informação sobre esta matéria, poderá consultar-se a circular informativa divulgada em www.infarmed.pt

Fonte: INFARMED


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"INFARMED ordena recolha de soro fisiológico"

O Instituto da Farmácia e do Medicamento ordenou a retirada de quase duzentos lotes de soro fisiológico e outras soluções injectáveis do grupo Labesfal por ter sido detectada a presença de gás sulfídrico nas embalagens.

De acordo com o INFARMED, "o produto não se encontra de acordo com as especificações autorizadas", uma vez que a cápsula liberta "quantidades vestigiais deste composto", podendo o gás dissolver-se no líquido.

Em declarações à agência Lusa, o assessor do Infarmed, Carlos Pires, salientou que a situação "não apresenta um risco significativo para a saúde, já que, em baixas concentrações, o gás sulfídrico não é tóxico".

"Se o gás se dissolver no líquido, pode haver risco de toxicidade. O risco é praticamente nulo, mas existe, pelo que o Infarmed ordenou a retirada dos lotes por uma questão de defesa da saúde pública", explicou.

Devido a esta situação, 192 lotes de soro fisiológico e outras soluções injectáveis de grande volume distribuídos pela Labesfal serão retirados do mercado no prazo máximo de dez dias.

O Instituto da Farmácia e do Medicamento lançou ainda um alerta internacional, pelo que todos os países para onde foram exportadas embalagens destes lotes deverão igualmente adoptar a medida.

Fonte: Agência LUSA




Comentários: biologica@lusodiete.com

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